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Resident Evil: Austin Abrams rouba as primeiras reações

O embargo das primeiras impressões de Resident Evil caiu na terça-feira, após sessões de imprensa e a première mundial, e a receção foi amplamente positiva. Críticos destacam a performance de Austin Abrams e a mão segura do realizador Zach Cregger, apontando apenas o terceiro ato como menos consistente; o filme estreia a 17 de setembro nos cinemas.

Resident Evil: Austin Abrams rouba as primeiras reações
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Resident Evil — a reinvenção cinematográfica assinada por Zach Cregger acabou por conquistar boa parte da crítica logo nas primeiras visualizações, após o levantamento do embargo na terça-feira. As primeiras impressões sublinham a combinação de terror e humor e apontam Austin Abrams como a figura que mais se destaca na narrativa.

A performance de Austin Abrams e o equilíbrio tonal

Austin Abrams é apontado como o grande trunfo do filme, com várias reações a elogiar a sua presença e timing cómico mesmo em cenas de grande violência. A direção de Zach Cregger recebe também elogios pela capacidade de capturar a tensão dos videojogos mantendo ritmo e clareza dramática.

Apesar da aclamação, há quem ressalve que o terceiro ato perde algum da força exibida anteriormente, uma crítica recorrente nas reações iniciais. De resto, a recepção recorda a familiaridade com o género e o impacto de trabalhos anteriores do realizador.

«Resident Evil pode não ter personagens ou tramas reconhecíveis, mas ao capturar a tensão implacável dos jogos, Zach Cregger entregou a versão mais fiel até agora. Muito sangrento, muito engraçado, e fez-me saltar de susto pelo menos três vezes, o que não é tarefa fácil.» — Mark Cassidy

Trama, ficha técnica e polémica dos fãs

Resident Evil acompanha Bryan, um entregador de encomendas médicas interpretado por Austin Abrams, que se vê apanhado numa noite de caos e sobrevivência. O elenco inclui ainda Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser; o argumento é assinado por Zach Cregger e Shay Hatten.

Uma divisão entre fãs surgiu porque o filme não segue os protagonistas clássicos dos jogos, como Leon ou Claire, o que levou alguns adeptos mais tradicionais a questionarem o uso do nome da franquia. Por outro lado, houve defensores que recordaram que adaptações anteriores com personagens fiéis tiveram receções críticas menos positivas.

O que acha? Estava à espera desta reinvenção da franquia? Para acompanhar mais, aceda à nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Quando estreia Resident Evil nos cinemas e quando foram publicadas as primeiras reações?

Resident Evil estreia nos cinemas a 17 de setembro. As primeiras reações foram divulgadas logo após a première mundial e o levantamento do embargo na terça‑feira, após sessões de imprensa; essas impressões chegaram com avaliações maioritariamente positivas elogiando a direção e a performance de Austin Abrams.

Quem protagoniza Resident Evil e como tem sido avaliada a sua interpretação?

Austin Abrams protagoniza Resident Evil como Bryan; a sua interpretação tem sido destacada nas primeiras reações por combinar humor físico e urgência dramática. Críticos referem que Abrams “rouba a cena”, sustentando grande parte da empatia do público perante a violência e o caos que compõem a narrativa.

O que dizem as primeiras críticas sobre a realização de Zach Cregger em Resident Evil?

Zach Cregger é elogiado por assegurar um tom equilibrado entre terror e comédia em Resident Evil, capturando a tensão dos videojogos. As reações salientam cenografia, som e efeitos como pontos fortes, embora algumas opiniões apontem que o terceiro ato não mantém totalmente o nível anterior.

Por que houve debate entre fãs sobre a escolha dos protagonistas em Resident Evil?

O debate surgiu porque Resident Evil não centra a história em figuras clássicas como Leon ou Claire, o que levou parte dos fãs a argumentar que o filme deveria ter outro título por não adaptar enredos específicos da franquia. Outros adeptos defenderam a abordagem renovada à narrativa.

Houve cortes ou alterações no tom do filme após sessões de teste?

Zach Cregger cortou boa parte do humor do filme depois de sessões de teste, percebendo que o público considerava haver piadas a mais. Essa decisão procurou ajustar o tom para que o equilíbrio entre cenas de horror e momentos cómicos resultasse de forma mais eficaz para a experiência geral.

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POR Mariana Sousa
Mariana Sousa

Sempre curiosa para descobrir o que está a acontecer no mundo do entretenimento e da tecnologia, Mariana acompanha diariamente as principais tendências da cultura geek. Gosta de explorar novos temas e partilhar histórias sobre filmes, séries, anime, gaming, tecnologia, famosos e tudo o que desperta a curiosidade dos leitores.

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