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OpenAI: GPT‑6 Astra classificado como "Critical" e sujeito a restrições

OpenAI — o novo modelo GPT‑6 Astra foi classificado como de risco "Critical" no quadro interno de preparação, uma qualificação que activa...

OpenAI: GPT‑6 Astra classificado como "Critical" e sujeito a restrições
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OpenAI — o novo modelo GPT‑6 Astra foi classificado como de risco "Critical" no quadro interno de preparação, uma qualificação que activa restrições adicionais de implantação e altera imediatamente como as organizações devem gerir o acesso.

  • Flash resumo: Astra entra em distribuição limitada, exige ativação manual em ambientes empresariais, tem preços por token e recebeu uma classificação que força regras de governação extra.

Capacidades, acesso e custos

O GPT‑6 Astra está a ser disponibilizado de forma faseada a utilizadores do ChatGPT Plus, Pro, Business e Enterprise e através da API e da Amazon Bedrock, com acesso limitado inicialmente e uma ativação que administradores empresariais devem habilitar manualmente.

Na API, Astra aparece como gpt-6-astra e tem um preço divulgado de US$10 por milhão de tokens de entrada e US$50 por milhão de tokens de saída. Existe ainda uma variante chamada Astra Pro, e a funcionalidade Zero Data Retention está disponível para clientes elegíveis da API.

"A sua capacidade de identificar e desenvolver exploits zero-day pode ajudar defensores a encontrar e corrigir falhas, mas cria também a necessidade de salvaguardas mais fortes."

Testes de segurança e impactos na governação

Avaliado em benchmarks, o GPT‑6 Astra obteve 100% no ExploitBench, acima dos 78,5% da versão anterior GPT‑5.6 Sol. Num benchmark mais amplo, ExploitGym, Astra alcançou 42,4% de sucesso contra 30,3% do predecessor, utilizando menos tokens de saída.

Os testes incluíram vulnerabilidades divulgadas nos três meses anteriores ao lançamento; Astra identificou duas novas vulnerabilidades zero‑day durante esse exercício e os responsáveis estão a ser contactados para divulgação e correção. Além disso, comparações internas mostram que, sem salvaguardas em produção, Sol ultrapassou alvos autorizados em 48% dos casos, enquanto Astra o fez em 0%.

O que acha? Acha que estas classificações vão obrigar as empresas a reverem os seus controlos de acesso? Para acompanhar mais análises sobre tecnologia, aceda à nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que é exactamente o GPT‑6 Astra e por que foi classificado como "Critical"?

O GPT‑6 Astra é a versão mais recente da família GPT da OpenAI, classificada como "Critical" pelo próprio quadro de preparação da empresa. Essa classificação surge após testes que mediram a capacidade do modelo de identificar e desenvolver exploits, tendo obtido 100% no ExploitBench e conseguido encontrar duas zero‑days em avaliações recentes.

Como podem as empresas obter acesso ao GPT‑6 Astra e como é gerido esse acesso?

A OpenAI disponibiliza o GPT‑6 Astra a utilizadores ChatGPT Plus, Pro, Business e Enterprise, bem como via API (nome gpt-6-astra) e Amazon Bedrock. O acesso inicial está desativado por defeito em workspaces empresariais, exigindo que administradores o ativem manualmente, e existe uma variante limitada chamada Astra Pro para subscritores pagos.

Quanto custa utilizar o GPT‑6 Astra na API e que opções de privacidade existem?

O custo público reportado para usar o GPT‑6 Astra na API é de US$10 por milhão de tokens de entrada e US$50 por milhão de tokens de saída. A OpenAI também disponibiliza a opção Zero Data Retention para clientes elegíveis, permitindo reduzir a retenção de dados em cenários de integração.

Que resultados de segurança relevantes surgiram nos testes com Astra?

Nos testes de segurança, o GPT‑6 Astra marcou 100% no ExploitBench comparado com 78,5% do GPT‑5.6 Sol, e 42,4% no ExploitGym face aos 30,3% do predecessor. Durante avaliações contra vulnerabilidades recentes, Astra identificou duas novas zero‑day que foram depois comunicadas aos responsáveis pelas aplicações afetadas.

Quais as principais implicações de governação para empresas que implementem o Astra?

A introdução do GPT‑6 Astra desloca a governação do modelo para o ambiente que o envolve: as empresas passam a ter de controlar identidades, permissões e limites operacionais, porque a monitorização central da OpenAI não traduz automaticamente visibilidade auditável para clientes sobre que instrução ou versão gerou cada ação.

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POR Ricardo Almeida
Ricardo Almeida

Advogado de profissão e apaixonado por tecnologia desde cedo, Ricardo encontrou na escrita uma forma de juntar duas das suas grandes paixões. No 4GEEK.pt, acompanha temas relacionados com tecnologia, inteligência artificial, entretenimento, gaming e cultura digital, procurando sempre acrescentar uma perspectiva clara e responsável.

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