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Onimusha: Way of the Sword — combate brilha, narrativa e repetição travam o regresso

Onimusha: Way of the Sword é o regresso da franquia da Capcom, centrado em Quioto e com um combate inspirado em estilos mais cadenciados. O jogo sobressai pela mecânica de parry, pelas animações faciais impressionantes e por boa otimização no PC, mas sofre com história rasa, repetição de zonas e falhas de shader que provocam queda de frames.

Onimusha: Way of the Sword — combate brilha, narrativa e repetição travam o regresso
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Onimusha: Way of the Sword — o retorno da famosa franquia da Capcom chega com combate polido e visuais ambiciosos, mas mostra falhas que podem afetar a experiência: enredo pouco desenvolvido, repetição de inimigos e bugs de desempenho no PC. Esta revisão foca no impacto dessas falhas para quem procura ação cadenciada e fluidez técnica.

Combate refinado que segura o jogo

O combate de Onimusha: Way of the Sword é o principal trunfo: exige aparar e defletir ataques, privilegia timing e punções estratégicas, aproximando-se de jogos como Sekiro no ritmo, sem repetir a mesma exigência de dificuldade.

A presença de ataques especiais acionados por uma barra dedicada adiciona variedade; armas únicas servem para diferentes situações, incluindo dano de área e quebra de postura, o que torna embates contra chefes os momentos mais intensos do jogo.

"A sorte de Onimusha: Way of the Sword é que o combate é muito bom, então é possível relevar essas questões"

Imersão mista: rostos impressionantes e loop repetitivo

Do ponto de vista cinematográfico, o jogo alterna: há captura facial muito detalhada em momentos-chave, incluindo movimentação realista de mandíbula e lábios, mas falha em cenas secundárias onde as personagens quase não mexem a boca, quebrando a imersão.

O mundo está a centrar-se em Quioto; a progressão abre mais áreas da cidade mediante a destruição de Fendas, mas a variedade de inimigos revela-se limitada e a região principal acaba por virar um loop onde os mesmos padrões se repetem com variações mínimas.

O que acha? Estava à espera desta mudança de ritmo para a série ou considera que a repetição prejudica a diversão? Para acompanhar mais, aceda à nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Como é o combate em Onimusha: Way of the Sword e por que se destaca?

Onimusha: Way of the Sword apresenta um combate cadenciado onde o parry e a gestão de postura são centrais. As lutas contra chefes exigem defletir ataques para criar janelas de vulnerabilidade, e o título inclui ataques especiais ativados por uma barra que adicionam estratégia, tornando as confrontações mais técnicas e satisfatórias.

O que se pode dizer sobre a história e os personagens de Onimusha: Way of the Sword?

Onimusha: Way of the Sword tem uma narrativa considerada rasa, com motivações do vilão pouco desenvolvidas e relações personagens pouco aprofundadas. O protagonista, Miyamoto Musashi, surge como figura taciturna e cínica, mas piadas e repetições de falas em combate enfraquecem a construção dramática e a ligação emocional.

Como corre o jogo no PC e que hardware foi utilizado para testes?

Nos testes, Onimusha: Way of the Sword correu bem na maior parte do tempo num sistema com Intel Core Ultra 9 285K, GeForce RTX 5070 e 32 GB de RAM, permitindo 4K com DLSS e taxas acima de 80 FPS. Contudo, houve 10% de sessões com problemas de shaders que reduziram a taxa para menos de 10 FPS.

Quais são os problemas técnicos mais relevantes identificados em Onimusha: Way of the Sword?

Onimusha: Way of the Sword revela dois problemas notáveis: texturas que por vezes não carregam corretamente, resultado da RE Engine, e bugs de compilação de shaders que forçam reinícios. Em situações afectadas, a taxa de frames pode cair para menos de 10 FPS, tornando a jogabilidade impraticável até reiniciar.

Vale a pena comprar Onimusha: Way of the Sword agora ou esperar atualizações?

Onimusha: Way of the Sword vale a pena para quem privilegia combate refinado e estilo soulslike mais cadenciado; a experiência é recomendada apesar de história fraca e repetição de inimigos. Se os bugs de shader o preocupam, aguardar patches pode garantir uma experiência mais estável no PC.

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POR Ricardo Almeida
Ricardo Almeida

Advogado de profissão e apaixonado por tecnologia desde cedo, Ricardo encontrou na escrita uma forma de juntar duas das suas grandes paixões. No 4GEEK.pt, acompanha temas relacionados com tecnologia, inteligência artificial, entretenimento, gaming e cultura digital, procurando sempre acrescentar uma perspectiva clara e responsável.

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