Isabel Figueira — recordou a experiência de viver em Barcelona como companheira de futebolista e sublinhou o efeito que a impossibilidade de trabalhar teve no seu bem‑estar pessoal e familiar. A memória surgiu no seguimento da mudança de outra mulher de futebolista para Itália, reacendendo o debate sobre identidade e sacrifício numa carreira de alto rendimento.
- Flash resumo: Isabel Figueira descreveu a solidão em Barcelona, a saudade de Portugal e deixou claro que “não era feliz a não trabalhar”.
Entre aparente luxo e isolamento pessoal
Isabel Figueira falou da contradição entre as imagens de conforto associadas a acompanhar um jogador e a experiência interna de isolamento. Embora exista estabilidade financeira, a vida no estrangeiro trouxe-lhe solidão e a vontade constante de regressar a Portugal.
O episódio ganhou relevo quando se traçou um paralelo com a transferência de Gonçalo Ramos para o AC Milan e a consequente mudança da sua companheira para Itália, mostrando que este dilema não é exceção.
“Não via a minha vida a não trabalhar e a viver às custas dele. Gosto de trabalhar, para mim é essencial, e não era feliz a estar a viver noutro país com o meu marido sem estar a trabalhar. Para mim, trabalhar é essencial, faz‑me sentir viva.”
Laços, família e trajectória pós‑relacionamento
Isabel Figueira contextualizou a sua experiência com factos concretos: acompanhou César Peixoto durante a passagem dele pelo Espanyol, época marcada por uma lesão que impediu a afirmação no clube. Nesse período, tinha um filho pequeno e sentiu dificuldades de integração linguística e social.
Do casamento entre Isabel Figueira e César Peixoto nasceu Rodrigo, que tem atualmente 19 anos. César segue agora a sua carreira como treinador em Inglaterra, onde é técnico do Wolverhampton, e mantém outra relação há vários anos com a apresentadora Diana Chaves, que continua a trabalhar em Portugal.
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Perguntas Frequentes
Como descreveu Isabel Figueira a experiência de viver em Barcelona como “mulher de” futebolista?
Isabel Figueira descreveu a experiência em Barcelona como marcada pela solidão e pela saudade de Portugal, referindo que tinha um filho pequeno e que a integração foi difícil. Ela recordou a passagem pelo Espanyol, clube onde o então futebolista não conseguiu afirmar‑se devido a uma lesão, o que complicou ainda mais a fase.
O que disse Isabel Figueira sobre a relação entre trabalho e felicidade?
Isabel Figueira afirmou que trabalhar era essencial para o seu sentido de identidade e bem‑estar, citando literalmente que “não era feliz a não trabalhar”. A comentadora explicou que viver da carreira do parceiro, sem poder exercer a sua própria atividade, a deixou ansiosa por voltar a Portugal e ao trabalho.
Qual foi o gatilho que trouxe estas memórias à conversa pública?
Isabel Figueira recordou estas memórias no seguimento da mudança de uma outra mulher de futebolista para Itália, motivada pela transferência de Gonçalo Ramos para o AC Milan. A referência serviu de ponto de partida para analisar as dificuldades que acompanham deslocações internacionais de famílias ligado ao futebol.
Onde estão hoje as figuras mencionadas por Isabel Figueira?
Isabel Figueira referiu que o filho Rodrigo tem 19 anos e que César Peixoto está atualmente em Inglaterra como treinador do Wolverhampton. A comentadora mencionou ainda que César mantém, há vários anos, uma relação com a apresentadora Diana Chaves, que permanece ligada a projectos televisivos em Portugal.
Que balanço fez Isabel Figueira sobre a união do casal durante essas fases?
Isabel Figueira salientou que a união de um casal é extremamente importante durante a fase de carreira de um futebolista e que, apesar do “luxo”, existem momentos difíceis. A narradora referiu também que, em situações de mudança, muitas parceiras ficam dedicadas à família e aos filhos, tornando‑se essencial o apoio mútuo.
Ricardo Almeida