Chernin Entertainment — está a reforçar a sua divisão de filmes para acelerar a expansão de projectos após sucessos recentes em salas e no streaming. A entrada de Marisa Paiva como executive vice president of film e as promoções de Brady Fujikawa, Samantha Nisenboim e Max Gains foram pensadas para ampliar a capacidade de desenvolvimento e aquisições num momento em que o estúdio também acelera parcerias estratégicas.
Reforço sénior para escalar um slate em crescimento
Marisa Paiva junta‑se à Chernin como executive vice president of film, trazendo mais de 13 anos de percurso em grandes estúdios e experiência em adaptações literárias e aquisições de alto perfil. A contratação acrescenta músculo à equipa de cinema liderada por David Ready, que está a preparar uma fase de crescimento da produção.
O reforço ocorre num contexto em que a Chernin celebra vitórias comerciais, com títulos de destaque em sala e na Netflix, e procura transformar esse ímpeto em um slate mais vasto e diversificado.
«Construímos uma base sólida e um slate em que realmente acreditamos, e agora temos a equipa para construir o nosso próximo capítulo. Marisa, Brady, Samantha e Max são o tipo de executivos que se quer numa equipa — inteligentes, implacáveis, profundamente ligados e orientados por material de grande qualidade.»
Promover talento interno e ligar parcerias estratégicas
Brady Fujikawa sobe na hierarquia depois de ter chegado vindo da Lionsgate no ano anterior; ficou responsável por pacotes de topo, incluindo o projecto que junta Timothée Chalamet e o realizador James Mangold. Fujikawa lidera ainda produções com nomes como Kate Hudson, Ana de Armas e Jennifer Lawrence.
Samantha Nisenboim foi promovida a senior vice president of film com um historial de produção que inclui títulos como The Lego Batman Movie, The Tomorrow War e Renfield; está a produzir, entre outros, o thriller The Big Fix para a Netflix, com Mark Wahlberg e Riz Ahmed. Max Gains assume a função de creative executive após passagens pela Paramount e por 21 Laps.
Além das mudanças internas, a Chernin fechou um acordo multi‑anual de first‑look para longas com Apple Studios, enquanto a integração da empresa‑mãe na estrutura liderada pela Mediawan/The North Road Company está a desenhar capacidades globais em vários continentes.
O que acha? O que acha desta reestruturação na equipa de filmes? Para acompanhar mais, aceda à nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quem é Marisa Paiva e que currículo traz para a Chernin Entertainment?
Marisa Paiva é a nova executive vice president of film da Chernin Entertainment, com mais de 13 anos de experiência em estúdios como o Fox 2000. Paiva trabalhou em adaptações literárias como Water for Elephants e Life of Pi, supervisionou filmes premiados como Hidden Figures e The Woman in the Window e desenvolveu projectos para a Netflix desde 2019.
Que responsabilidades passa a ter Brady Fujikawa após a promoção?
Brady Fujikawa passa a ter um papel sénior na divisão de filmes da Chernin Entertainment após ter chegado no ano anterior vindo da Lionsgate. Fujikawa está a liderar projectos de alto perfil, incluindo o pacote "High Side" com Timothée Chalamet e James Mangold, além de supervisão de filmes com Kate Hudson, Ana de Armas e uma comédia romântica com Jennifer Lawrence.
Que projectos específicos estão associados a Samantha Nisenboim na Chernin?
Qual é o papel de Max Gains na nova estrutura da Chernin?
Max Gains foi nomeado creative executive na Chernin Entertainment, depois de uma carreira iniciada na Paramount e seis anos na 21 Laps. Gains participou em projectos como Deadpool & Wolverine, The Adam Project e Free Guy e ficará a focar‑se em desenvolvimento criativo e descoberta de material para o slate da empresa.
Como encaixam estas mudanças com os acordos com estúdios e a aquisição pelo grupo maior?
As alterações na equipa de filmes da Chernin Entertainment acompanham um acordo multi‑anual de first‑look com Apple Studios e a integração no grupo resultante da aquisição pela Mediawan/The North Road Company, que visa criar hubs criativos em cinco continentes e aumentar capacidades de produção e distribuição.
Diogo Costa