BTS — a agência do grupo anunciou uma intensificação das medidas legais contra publicações difamatórias e contra a revenda ilícita de bilhetes, sublinhando que estas práticas têm consequências penais e administrativas. A actualização deixa claro que monitorização e processos estão a ser reforçados para proteger a integridade artística e o mercado de concertos.
A escalada de publicações difamatórias e a resposta jurídica
Segundo a declaração da agência, verificou-se um aumento recente de publicações insultuosas e difamatórias em plataformas como Threads, X e Instagram, assim como em comunidades anónimas fora da Coreia. A mensagem alerta que publicar rumores infundados ou notícias fabricadas sobre álbuns e actuações constitui infracção aos direitos dos artistas.
A agência explica que está a identificar responsáveis por meio de sistemas de recolha de provas em tempo real e que não considera as plataformas um escudo contra a responsabilidade criminal. Em casos já levados a tribunal, foram aplicadas multas em processos sumários e, noutros, prosseguiu-se por via judicial mais extensa.
"Tomamos regularmente medidas legais contra actividades que infringem os direitos do BTS, incluindo difamação, insultos, assédio sexual e desprestígio malicioso. Recentemente, tem havido um aumento de publicações difamatórias nas redes sociais e em comunidades anónimas fora da Coreia. Continuaremos a reunir provas e a empenhar-nos para que os responsáveis enfrentem penas adequadas." — BIGHIT MUSIC (tradução)
Revenda ilegal de bilhetes: detenção, valores e consequências
A agência comunicou que um suspeito alegadamente lucrou mais de KRW 2 mil milhões (aproximadamente 1,47 milhões de dólares) através de um esquema organizado de revenda, recorrendo a programas automatizados e identidades alheias para colocar bilhetes a dezenas de vezes o valor de face. O indivíduo foi detido e remetido ao Ministério Público por obstrução de negócios e por violação da Public Performance Act.
A participação da agência na investigação incluiu a apresentação de petições a exigir punições severas e cooperação contínua com as autoridades. A nota sublinha que práticas sistemáticas de revenda prejudicam o mercado ao vivo e o público, e que a eliminação destes métodos é prioritária para proteger adeptos e artistas.
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Perguntas Frequentes
O que comunicou BIGHIT MUSIC sobre as acções legais contra difamadores?
BIGHIT MUSIC comunicou na declaração de 28 de setembro de 2026 que está a intensificar acções criminais e civis contra quem publica conteúdo difamatório, insultuoso ou inventado. A agência indicou que processos no terceiro trimestre de 2026 já resultaram em multas via processos sumários e em casos remetidos a tribunal.
Como está a agência a identificar e a reunir provas contra responsáveis por publicações?
BIGHIT MUSIC explicou que está a utilizar sistemas de monitorização e recolha de provas em tempo real para localizar autores de publicações nas redes sociais e em comunidades online. A estratégia inclui rastreio em plataformas como Threads, X e Instagram e em fóruns domésticos para fundamentar processos judiciais.
Qual foi o caso ligado à revenda de bilhetes e que montante esteve envolvido?
BIGHIT MUSIC revelou que um suspeito foi detido por um esquema de revenda que rendeu mais de KRW 2 000 000 000 (aproximadamente 1,47 milhões de dólares). O arguido foi remetido ao Ministério Público por obstrução de negócios e por violação da Public Performance Act.
Quais plataformas e comunidades foram mencionadas nas queixas da agência?
BIGHIT MUSIC referiu que as queixas abrangem redes sociais globais como Threads, X, Instagram, YouTube e Telegram, serviços de streaming musical como Melon, Bugs e Genie, bem como comunidades domésticas e fóruns como TheQoo, Instiz, Naver e DC Inside.
Como podem os fãs cooperar com as investigações e reportar condutas ilícitas?
BIGHIT MUSIC pediu que adeptos continuem a enviar relatos de actividades ilícitas que afetem os direitos dos artistas, indicando um portal de denúncias para recolha de informações. O apoio dos fãs tem sido descrito como valioso para reunir provas e acelerar procedimentos legais contra infractores.
Mariana Sousa