BIGHIT MUSIC — a editora anunciou uma contestação formal à decisão de suspensão de acusação relacionada com a invasão da residência de CORTIS, realçando o risco direto à segurança dos artistas e a continuação de medidas legais contra condutas online e físicas que lhes violem os direitos.
Invasão à residência: o que ocorreu e a resposta legal
Em julho, dois suspeitos estrangeiros entraram, sem autorização, na residência dos membros de CORTIS após, segundo a investigação, terem adquirido ilegalmente a informação sobre a acomodação pelas redes sociais.
Os suspeitos admitiram a conduta durante o inquérito e foram encaminhados ao Ministério Público sem detenção; no entanto, o processo recebeu uma suspensão de acusação. A BIGHIT MUSIC declarou que irá apresentar uma objeção formal e pedir a reavaliação desta decisão.
“Olá. Somos a BIGHIT MUSIC. Reportámos dois suspeitos estrangeiros à polícia relativamente à invasão à residência dos artistas e vamos requerer a reavaliação da decisão de suspensão de acusação.”
Proteção dos artistas: acções online, aeroportos e canais de denúncia
A editora avisou que está a monitorizar publicações maliciosas e a recolher provas em comunidades online, redes sociais e plataformas de streaming para responsabilizar quem difama, insulta, distorce declarações ou comete assédio sexual contra membros de CORTIS.
Além disso, foram reforçadas medidas de segurança em deslocações e aeroportos: é proibido entrar no mesmo voo com bilhetes obtidos ilegalmente, filmar ou fotografar discretamente, tentar contacto físico a bordo, oferecer itens a artistas em descanso ou seguir os seus percursos dentro e fora dos aeroportos.
O que acha? O que acha desta polémica? Para acompanhar mais, aceda à nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que disse a BIGHIT MUSIC sobre a invasão à residência de CORTIS?
BIGHIT MUSIC afirmou que reportou dois suspeitos estrangeiros à polícia e cooperou com a investigação, referindo que os suspeitos admitiram ter comprado informações sobre a morada e entrado sem autorização em julho. A editora anunciou que vai apresentar objeção à suspensão de acusação determinada pelo Ministério Público em relação a este caso.
Quantos suspeitos foram referidos ao Ministério Público no caso envolvendo CORTIS?
No caso relacionado com CORTIS, dois suspeitos foram referidos ao Ministério Público sem detenção após terem admitido a entrada ilegal na residência em julho. A posição da editora é de que a compra e a venda de dados de acomodação constituem crime, pelo que pedirão reavaliação da decisão de suspensão de acusação.
Que tipos de condutas online a BIGHIT MUSIC está a perseguir contra os membros de CORTIS?
A BIGHIT MUSIC está a reunir provas contra publicações maliciosas que envolvam difamação, insultos, distorção de palavras ou ações dos membros de CORTIS, ataques pessoais e assédio sexual. A monitorização abrange comunidades nacionais e internacionais, redes sociais e plataformas de streaming, com recurso a denúncias de fãs.
Quais as recomendações da editora para quem presencia violações dos direitos de CORTIS?
A BIGHIT MUSIC solicita que quaisquer infrações aos direitos de CORTIS sejam reportadas através do site de denúncias protect.hybecorp.com, preferencialmente com captura de ecrã ou PDF que mostre URL, nome de utilizador, conteúdo e data, para permitir a recolha de provas e acções legais eficazes.
Que medidas a editora tomou para proteger a segurança de CORTIS em viagens e aeroportos?
Para proteger CORTIS, a BIGHIT MUSIC intensificou a segurança em deslocações, avisando que é proibido utilizar bilhetes obtidos ilegalmente para embarcar no mesmo voo, filmar discretamente, tentar contacto físico a bordo ou perseguir os artistas em aeroportos e até aos locais de alojamento.
Inês Ferreira